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Rema a dor...

Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto… e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!

É uma saudade pós-saudade. Uma saudade sem o peso de uma saudade. Uma saudade sem a tortura de uma obsessão. Uma saudade de detalhes que só vem em sonhos que não me acordam antes das cinco. Uma saudade que não podia sentir quando estava cheio de saudade. Uma saudade que remete ao último gole do meu bourbon em copo de extrato de tomate. Uma saudade de quem aprendeu a conviver com o pôr do sol. Gabito Nunes.  (via inverbos)
Porque eu tô ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou. Eu não tenho quase experiência dessas transações, me enrolo todo, faço tudo errado – acabo me sentindo confuso. Tudo isso é tão íntimo, e eu já estou tão desacostumado de me contar inteiramente a alguém, tão desacreditando na capacidade de compreensão do outro, sei lá, não é nada disso, sabe? Conviver é difícil – as pessoas são difíceis, viver é difícil. Caio Fernando Abreu.  (via auroriar)
Hoje eu vim do lado direito do ônibus, na janela. Eu estava apreciando a paisagem, quando percebi o vento acariciar o meu rosto. Naquele momento eu sorri. Pensei em você. E em como aquele afago que o vento me fez, parecia com os seus. Meu primeiro amor.  (via garoto-de-terno)
E mesmo que tudo dê errado, mesmo assim, não tem problema. Eu deito no telhado de uma casa qualquer, olho pro céu e invento uma nuvem que chove sorrisos, bem em cima de mim. Los Hermanos. (via conceituado)
Quando alguém de fora não entende nosso amor, brinco que você é quem me puxa pelo tornozelo quando o caos da cidade parece querer me engolir. Ou mando buscar aquela foto bacana que fiz de você com cara de quem não tem nada a ver com minha paz. Ou peço pra voltar ao maio que cedi meu suéter marrom e fiquei na maior pompa, segurando no osso o frio desgraçado. Ali, sem querer, predisse: vou cuidar de você. Gabito Nunes in Cuidar de você (A manhã seguinte sempre chega)
Seu sarcasmo sempre foi o diabo da nossa comunicação, então eu ordeno: tira esse riso sórdido do rosto, não vá pensando que essas palavras jorram da minha boca como placebo pro meu desconforto. A dor é meramente ilustrativa, e psicológica também. Ninguém jamais me fez sofrer, nunca me obrigariam a isso, sempre que sofri por alguém foi porque quis, não por julgar que valessem a lágrima, cada uma delas. Se corri tanto atrás de você foi pela ideia fixa de fazer justiça com as próprias pernas. — Gabito Nunes (via ga-bi-to)
Espalhe que o amor não é banal. E que, embora estejam distorcendo o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos de hoje, ele existe e é o ingrediente mais importante da vida, a própria poção mágica da felicidade. Mário Quintana.    (via desafagos)
Contemplando uma cascata, acreditamos ver nas inúmeras ondulações, serpenteares, quebras de ondas, liberdade da vontade e capricho; mas tudo é necessidade, cada movimento pode ser calculado matematicamente. O mesmo acontece com as ações humanas; poder-se-ia calcular antecipadamente cada ação, caso se fosse omnisciente, e, da mesma maneira, cada progresso do conhecimento, cada erro, cada maldade. O homem, agindo ele próprio, tem a ilusão, é verdade, do livre-arbítrio; se por um instante a roda do mundo parasse e houvesse uma inteligência calculadora omnisciente para aproveitar essa pausa, ela poderia continuar a calcular o futuro de cada ser até aos tempos mais distantes e marcar cada rasto por onde essa roda a partir de então passaria. A ilusão sobre si mesmo do homem atuante, a convicção do seu livre-arbítrio, pertence igualmente a esse mecanismo, que é objecto de cálculo. Friedrich Nietzsche  (via desafagos)
http://desafagos.tumblr.com/post/86694464330/eu-nao-sei-desenhar-seus-olhos-separar-seus

 

Eu não sei desenhar seus olhos, separar seus traços, desvendar os laços, casos, feito de gente que é assim igual você.

Eu não sei copiar os contornos da tua mão, da face, límpida, eu ouso chamar de poesia.
Às vezes, sem jeito, eu vejo que você é.
Queria mesmo desenhar teu caos, descobrir o teu…




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